Tecnología, extensión humana

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Colectivo berru. Síntesis de Sistemas, 2019
Premio SONAE 2019. Museu Nacional de Arte Contemporânea, Lisboa

 

“Las cañas, las vides y la hierba, trasplantadas de un páramo y monitoreadas por 40 sensores, muestran que la naturaleza y la tecnología pueden vivir en simbiosis”

Un sistema biológico de aproximadamente dos metros de diámetro, compuesto por plantas y otros organismos, fue transportado desde un terreno urbano abandonado al espacio de exhibición.

En la sala, la máquina replica algorítmicamente las condiciones ambientales de su ubicación nativa, un lugar olvidado donde la naturaleza crece sin intervención humana.

Síntese de Sistemas

“A instalação tenta criar um sistema de computação apropriando-se de um sistema biológico existente. Os sensores que são necessários para manter o sistema biológico vivo, como os que medem a temperatura, a humidade, o oxigénio, o dióxido de carbono ou o movimento das folhas das plantas, são utilizados também para gerar uma paisagem sonora. Essa composição é a forma de visualizarmos a simbiose entre tecnologia e natureza” — Sérgio Godinho (Coletivo berru)

Um sistema biológico de sensivelmente dois metros de diâmetro, composto por plantas e outros organismos, foi transportado de um terreno urbano abandonado para o espaço expositivo. Na sala, a máquina replica através de algoritmos as condições ambientais do seu local nativo, um lugar esquecido onde a natureza cresce sem intervenção humana.

Systems Synthesis propõe uma relação simbiótica entre Natureza e Tecnologia onde os organismos vivos dependem da máquina para sobreviver que, por sua vez, depende da vida para servir o seu propósito. O desenlace da relação é som produzido ao vivo, espacializado por sete canais.

A obra está em constante mutação visual e sonora, numa velocidade biológica e natural que contrasta com a nossa temporalidade instantânea, e num estado de equilíbrio dinâmico.

—in Museu de Arte Contemporânea (MNAC), Lisboa

 

Otras obras del Colectivo berru

 

se – sudeste
installation
Parque da Pasteleira, Porto
Portugal
2018

Composed of five structures with 2.5x1x0.40m of steel with mirror glass.
se explores the dialogue between the natural and the artificial, considering the conditions of the human being – in part natural, in part artificial, both biologically and social.
Orientated to Southeast, they evoke the quality of the non-natural aspects: geometry and symmetry, produced and implemented under a set of identical rules inserted in a green nature context.
SE was presented at Parque da Pasteleira from July 20 to 22, 2018, supported by Electric Festival and Câmara Municipal do Porto.

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fojo do lobo

interactive installation for Art Nature Fest Residency.

Appropriation of Fojo dos Lobos* and it’s space morphology by subverting its meaning and function. An experience that deceives people into the pit, which lies at the end of two stone walls, 2 meters high and 60 meters long, in an area with a great slope and rough terrain.

In the pit lies a faint light. As the viewer advances toward it, several sensors hidden in the place, activate a series of mechanisms, lights, and sound that invite him to make the journey towards the pit.

The goal is the creation of an immersive and interactive experience. For this an algorithm has been generated that translates the movement of people into sound and light, shaping a visual and sound landscape responsive to the viewer.

*Fojo dos Lobos – Portuguese term that specifies a type of wolf trap once used across the north of Portugal.

Art Nature Fest
Fafião, Montalegre
Portugal
2018

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Colectivo berru

 

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